Dependentes Químicos – o que fazer?

ajuda-los 13-02-16Ajudá-los a sair desse embaraço(Jornal O Porto).

O governo federal sentindo na pele o apelo das famílias que tem pessoas viciadas num patamar fora do controle publicou no diário oficial a lei Nº 10.216, DE 6 DE ABRIL DE 2001, existem 3 tipos de internação psiquiátrica no Brasil conforme cita a Lei no Art. 6o, parágrafo único. São considerados os seguintes tipos de internação psiquiátrica:

Internação Voluntária: aquela que se dá com o consentimento do usuário;

Internação Involuntária: aquela que se dá sem o consentimento do usuário e a pedido de terceiro;

Internação Compulsória: aquela determinada pela Justiça.

Veja o esclarecimento da http://www.institutovitta.org/  (que trata dependentes químicos).

A PESSOA PRECISA CHEGAR AO FUNDO DO POÇO PARA PEDIR AJUDA?

Não. Este pensamento é equivocado, com base em preconceitos e que pode causar danos à vida dos usuários. A crença de que supostos benefícios que o fundo do poço poderia trazer ao paciente são baseados em conceitos morais, que entendem o dependente químico como indivíduo que nega sua condição e resiste permanentemente ao tratamento. Desse modo, a mudança só viria a partir do sofrimento extremo, sentido na carne.

Deixar o paciente caminhar para o fundo do poço só faz aumentar as chances de fracasso. No entanto, a negação ao tratamento não é uma condição estável. Ela pode oscilar rumo à motivação convicta para a mudança.

Tal mudança pode ser estimulada pelos grupos de convívio destes indivíduos. Ao contrário do confronto, a empatia e conselhos honestos acerca da situação contribuem para o fortalecimento dos vínculos entre o paciente e seu meio, o isenta de julgamentos morais e aumenta seu suporte social. Deixa-o, assim, mais propenso a buscar ajuda e menos ao fundo do poço, um ambiente que em sã consciência não se desejaria a ninguém.

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