Pastoral da AIDS: acolhimento e solidariedade àquele que está doente

08/02/2019  – (Fonte:CNBB)

 

A exemplo do Bom Samaritano, a Igreja no mundo leva aos doentes e aos que sofrem uma mensagem de esperança e salvação. No próximo dia 11, memória de Nossa Senhora de Lourdes, serão celebradas, na Basílica do Santo Rosário, em Bandel, na Índia, missas solenes do XXVII Dia Mundial do Enfermo.

Esse cuidado com os doentes, sofredores, pobres e excluídos é uma marca do trabalho pastoral de ação social da Igreja. Há mais de 30 anos, a Pastoral da AIDS vem desenvolvendo um trabalho com foco no tratamento direto das pessoas que vivem e convivem com o vírus da imunodeficiência humana (HIV), causador da síndrome da imunodeficiência adquirida (AIDS).

O Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) destaca que, ao contrário de outros vírus, o corpo humano não consegue se livrar do HIV. Isso significa que uma vez que contraído o HIV, a pessoa viverá com o vírus para sempre.

A infecção com o HIV não tem cura, mas tem tratamento e pode evitar que a pessoa chegue ao estágio mais avançado de presença do vírus no organismo, desenvolvendo, assim, a síndrome conhecida como AIDS.

Diante do avanço da doença, em 1986, a Igreja atendeu à solicitação de um grupo de pessoas portadoras do vírus HIV e então surgiu a Pastoral da AIDS. De lá para cá, foram muitos avanços no tratamento e no controle da doença. Porém, especialistas alertam para um aumento significativo de novas infecções nos últimos anos.

Para a coordenadora nacional da Pastoral de DST/AIDS, Ana Carolina Barbosa de Souza, o serviço dos agentes é fundamental no acompanhamento de pessoas e famílias que vivem e convivem com HIV/AIDS, manifestando a presença misericordiosa de Deus, promovendo acesso aos direitos e cumprimentos das próprias responsabilidades, em vista da melhoria da qualidade de vida

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