04 de abril de 2020

Estudos revelam que Jazidas de Calcário em Apiacás é uma opção viável

A exploração da Jazida de Calcário existente no Município de Apiacás é uma bandeira já levantada há muito tempo pelo Sindicato Rural, que vem buscando apoio junto a diferentes entidades governamentais e não governamentais para que a exploração se torne realidade.
As ações nesse sentido foram intensificadas pela atual gestão que, por meio de seu Presidente, Júlio César, e de sua Diretoria, com o apoio da FAMATO e dos Sindicatos Rurais da região, solicitou junto ao IMEA (Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária) um estudo sobre o impacto socioeconômico e produtivo da exploração da jazida.
Em resposta a solicitação, essa semana, o Presidente do Sindicato recebeu do IMEA um material bastante interessante que traz um “banco de argumentos sobre a exploração da jazida”.
É importante esclarecer que o IMEA atua há 20 anos no Estado de Mato Grosso e conta com um corpo técnico multidisciplinar formado por 32 pesquisadores que realizam levantamento, tratamento e análise de dados micro do agronegócio do Estado.
Deste modo, trata-se de uma instituição séria, aliada dos produtores e do povo mato-grossense, e esse estudo será uma ferramenta importante a ser utilizada pelo Sindicato para reivindicar ações dos poderes políticos municipais, estaduais e federais.
O estudo traz dados interessantes e muito positivos, dentre eles:
Mato Grosso é o Estado da Federação que mais produz calcário, mas ainda assim, devido a sua alta demanda, precisa comprar de outros Estados;
A exploração da jazida no Município de Apiacás diminuiria drasticamente o custo do produto na região, vez que o frete – principal componente do preço do produto – ficaria muito mais baixo.
Por exemplo, comprando uma carga de calcário (50 toneladas) de Nobres/MT, o produto custa R$ 55,00 por tonelada, totalizando R$ 2.750,00 (dois mil setecentos e cinquenta reais) a carga.
Já o frete custa R$ 180,00 por tonelada, totalizando R$ 9.000,00 (nove mil reais). Ou seja: o custo do frete é 327,28% o valor da matéria prima.
A exploração geraria empregos diretos, com os bons salários pagos pelo setor, e indiretos;
Nos próximos anos a área destinada a agricultura no Estado irá aumentar significativamente, o que representa mais consumo de calcário;
Embora a expansão agrícola esteja chegando aos poucos em Apiacás, os Municípios vizinhos, em um raio de 300 km, destinam à agricultura uma área de 582,4 mil hectares;
Dos 3,9 milhões de hectares destinados atualmente a pastagem na região, 3,3 milhões possuem algum nível de aptidão para serem convertidos em área de agricultura.

Diante de todas essas boas notícias, o Sindicato Rural de Apiacás, por meio de seu Presidente e de sua Diretoria, compromete-se mais uma vez com Apiacás a não medir esforços para que a exploração da jazida finalmente possa acontecer.

Fonte: Sindicato rural de Apiacás

Apoio: Jornal O Porto Cachoeira Rasteira

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